Família disfuncional
Quando observamos uma fotografia de família observamos um certo momento específico e único que foi capturado. No entanto, uma cara sorridente pode não significar um indivíduo feliz, como na maior parte dos casos.
Um pai que faz continuamente promessas aos filhos que no fundo nunca planeou cumprir, que ignora os problemas e os conflitos familiares de modo a agradar a sua parceira. Que privilegia um dos filhos em relação aos distantes devido apenas à sua ordem de nascimento, ao seu sexo, idade ou habilidades.
Uma mãe que está tão envolvida na sua própria vida e todos os seus problemas que acaba por neglicenciar involuntariamente os próprios filhos e o seu marido, de tal maneira que cria uma fossa inultrapassável entre os familiares. Quando a relação de progenitores não está funcional, toda a família acaba por levar o mesmo percurso. Todas as discussões intermináveis pela noite fora, o choro da mãe no desespero, as saídas do pai de casa para "espairecer", todas as ameaças de abandono... todos os factores contribuem para o desequilíbrio mental destas crianças tão sorridentes que vemos representadas.
Crianças que não têm contacto com a família de nenhum dos pais, que se abusam entre si sem repreensão por parte dos pais e que acabam por ter como único exemplo de vida adulta os próprios pais.
Passam a ter problemas de sucesso na vida académica, problemas de amadurecimento, como crescer rápido de mais, tomando responsabilidades que não lhe dizem respeito, ou lentamente de mais, podendo ter um bom comportamento mas não sendo capaz de tomar decisões ou tomar conta de si próprio.
Um vive um estilo de vida sem amigos nem relações sociais, optando por passar a maior parte do seu tempo livre à frente de ecrãs.
Outro esforça-se por passar o máximo tempo possível longe de casa, para não ter de lidar com todos os problemas e confusões e todos os membros da família, incapaz de se dedicar a qualquer outro assunto que não envolva os seus amigos.
Ambos começam a pensar somente em si mesmos para compensar o défice da sua infância.
Quando olhamos para um fotografia, o que nos vem à cabeça é apenas o que ela nos mostra. A felicidade. Os bons momentos. Nunca devemos deixar de analisar a vida real, ou desistir de tentar perceber os problemas das pessoas próximas de nós.
Um pai que faz continuamente promessas aos filhos que no fundo nunca planeou cumprir, que ignora os problemas e os conflitos familiares de modo a agradar a sua parceira. Que privilegia um dos filhos em relação aos distantes devido apenas à sua ordem de nascimento, ao seu sexo, idade ou habilidades.
Uma mãe que está tão envolvida na sua própria vida e todos os seus problemas que acaba por neglicenciar involuntariamente os próprios filhos e o seu marido, de tal maneira que cria uma fossa inultrapassável entre os familiares. Quando a relação de progenitores não está funcional, toda a família acaba por levar o mesmo percurso. Todas as discussões intermináveis pela noite fora, o choro da mãe no desespero, as saídas do pai de casa para "espairecer", todas as ameaças de abandono... todos os factores contribuem para o desequilíbrio mental destas crianças tão sorridentes que vemos representadas.
Crianças que não têm contacto com a família de nenhum dos pais, que se abusam entre si sem repreensão por parte dos pais e que acabam por ter como único exemplo de vida adulta os próprios pais.
Passam a ter problemas de sucesso na vida académica, problemas de amadurecimento, como crescer rápido de mais, tomando responsabilidades que não lhe dizem respeito, ou lentamente de mais, podendo ter um bom comportamento mas não sendo capaz de tomar decisões ou tomar conta de si próprio.
Um vive um estilo de vida sem amigos nem relações sociais, optando por passar a maior parte do seu tempo livre à frente de ecrãs.
Outro esforça-se por passar o máximo tempo possível longe de casa, para não ter de lidar com todos os problemas e confusões e todos os membros da família, incapaz de se dedicar a qualquer outro assunto que não envolva os seus amigos.
Ambos começam a pensar somente em si mesmos para compensar o défice da sua infância.
Quando olhamos para um fotografia, o que nos vem à cabeça é apenas o que ela nos mostra. A felicidade. Os bons momentos. Nunca devemos deixar de analisar a vida real, ou desistir de tentar perceber os problemas das pessoas próximas de nós.

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