hurricane
Partindo da letra da música Hurricane do nobel literário de 2016, Bob Dylan, quis contar a história de um lutador de boxe dos anos 60, Rubin “Hurricane” Carter, que por questões de discriminação racial, foi acusado de um triplo homicídio, crime qual nunca cometeu.
Assim, aliando as palavras de Dylan à fotografia analógica, fiz uma curta-metragem, sob a forma de diaporama. Procurei que a narrativa tivesse um cunho pessoal e que, não só se adequasse ao tempo histórico em que aconteceu, mas que simultaneamente seguisse uma estética com a qual me identifico. Inspirei-me, portanto, na corrente de nouvelle vague francesa, tendo como principal referência La Jetee, de Chris Marker.
Desta forma, procurei retratar uma temática que ainda nos dias de hoje têm impacto e é cada vez mais discutida, procurando tirar o maior partido da história e da exploração resultante.
Assim, aliando as palavras de Dylan à fotografia analógica, fiz uma curta-metragem, sob a forma de diaporama. Procurei que a narrativa tivesse um cunho pessoal e que, não só se adequasse ao tempo histórico em que aconteceu, mas que simultaneamente seguisse uma estética com a qual me identifico. Inspirei-me, portanto, na corrente de nouvelle vague francesa, tendo como principal referência La Jetee, de Chris Marker.
Desta forma, procurei retratar uma temática que ainda nos dias de hoje têm impacto e é cada vez mais discutida, procurando tirar o maior partido da história e da exploração resultante.
Neste link podemos consultar o trabalho final.
Ana Madalena Marques nº11229
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