Intermitências da morte
Para este trabalho resolvi fazer interpretação de um livro de José Saramago chamado de "Intermitências da morte", onde a certo dia, o que acontece é que as pessoas pararam de morrer. Isso deixou-as confusas e sem saber se era um bom ou mau acontecimento do destino. Mas então, o que tivera acontecido para que este fenómeno fosse explicado?
"No dia seguinte ninguém morreu", é assim que se inicia esta obra literária de José Saramago.
A partir deste momento é feita a descrição de acontecimentos que se sucederam após a Morte ter parado de realizar a sua função. No primeiro dia do ano esta "entra em greve", fica completamente parada e ninguém morre durante 7 meses.
A ausência da Morte pode parecer à primeira vista algo positivo, contudo não é a "tábula de salvação" que muitos julgam. As estruturas políticas, sociais e religiosas entram em colapso com a falta desta.
Ela anunciava as mortes das pessoas, 7 dias antes (para as pessoas poderem resolver os seus assuntos), com cartas. Porém existiu uma que sempre que ia para o destinatário, voltava. E foi com isto que a história tomou um rumo.
A Morte decide assumir a forma humana e investigar o caso, até se aperceber que quem não recebe o sobrescrito é um violoncelista pelo qual ela desenvolve também uma componente sentimental. A carta que sempre voltara para o remetente acabara por não ser entregue, tendo em conta o envolvimento/paixão da Morte pelo seu destinatário.
No desenrolar verificamos que embora a morte seja acusada de ser impiedosa e cruel, ela é sem dúvida um mal necessário.
Fica aqui o link do vídeo para que nos possamos elucidar sobre esse acontecimento.
Catarina Barreiros
nº10662
"No dia seguinte ninguém morreu", é assim que se inicia esta obra literária de José Saramago.
A partir deste momento é feita a descrição de acontecimentos que se sucederam após a Morte ter parado de realizar a sua função. No primeiro dia do ano esta "entra em greve", fica completamente parada e ninguém morre durante 7 meses.
A ausência da Morte pode parecer à primeira vista algo positivo, contudo não é a "tábula de salvação" que muitos julgam. As estruturas políticas, sociais e religiosas entram em colapso com a falta desta.
Ela anunciava as mortes das pessoas, 7 dias antes (para as pessoas poderem resolver os seus assuntos), com cartas. Porém existiu uma que sempre que ia para o destinatário, voltava. E foi com isto que a história tomou um rumo.
A Morte decide assumir a forma humana e investigar o caso, até se aperceber que quem não recebe o sobrescrito é um violoncelista pelo qual ela desenvolve também uma componente sentimental. A carta que sempre voltara para o remetente acabara por não ser entregue, tendo em conta o envolvimento/paixão da Morte pelo seu destinatário.
No desenrolar verificamos que embora a morte seja acusada de ser impiedosa e cruel, ela é sem dúvida um mal necessário.
Fica aqui o link do vídeo para que nos possamos elucidar sobre esse acontecimento.
Catarina Barreiros
nº10662
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